A Scortecci nasceu em agosto de 1982, uma sexta-feira 13, na Galeria Pinheiros, loja 13, na Rua Teodoro Sampaio, em São Paulo, Capital.
São mais de 25 anos editando, imprimindo e comercializando livros sob demanda e em pequenas tiragens, nosso único e maior produto. Em sua história, conserva os mesmos objetivos e propósitos desde a sua fundação: publicar livros de novos autores, organizar concursos e prêmios literários, realizar recitais e eventos culturais, organizar antologias e fomentar o mundo literário alternativo. Hoje a Scortecci edita, em média, 1,5 título por dia. São mais de quatro mil e quinhentos títulos em primeira edição. Seus autores estão espalhados por todos os estados brasileiros e também em países da Europa, Américas do Norte, Central e Sul, Oceania e África. Desde 1994, a Scortecci marca presença na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, com estande próprio e programação intensa. Foram nove participações: 1994, 1996, 1998, 1999 (Salão do Livro), 2000, 2002, 2004, 2006 e 2008. Na 20ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, em 2008, a Scortecci lançou 172 novos títulos e as antologias ELO DE PALAVRAS e I PRÊMIO CANON DE POESIA. Além das antologias que circularam tradicionalmente nas Bienais do Livro de São Paulo desde 1994, a Scortecci já organizou mais de cinqüenta outras coletâneas, sempre com o objetivo de revelar novos autores e promover a literatura brasileira. Entre as antologias, de maior sucesso da Scortecci, destacam-se as obras: Encontro com a Palavra, Uma Odisséia 2001, Tempo Definido, Palavras Escolhidas, No Limite da Palavra e Livre Pensador. Ao longo de sua existência, a Scortecci foi laureada com o Prêmio Jabuti, em 1986, Categoria Poesia, prêmio outorgado pela Câmara Brasileira do Livro, com a obra “Canteiro de Obras” da escritora Ilka Brunhilde Laurito. Foi ainda finalista do Prêmio Jabuti, por mais três vezes, com as obras: E Vou e Vamos Águas Emendadas (1998), do escritor Izacyl Guimarães Ferreira, Compasso Binário (1999), do acadêmico Geraldo Pinto Rodrigues e Um Homem e suas Sombras (2002), do poeta Samuel Penido. Pela APCA - Associação Paulista dos Críticos de Arte recebeu os seguintes prêmios: Melhor Livro do Ano (1992), com a obra O Tecedor e sua Trama do escritor Francisco de Oliveira Carvalho e Autor Revelação (1990), com a obra Memorial de Inverno, do poeta Paulo Sampaio. Em 2007 recebeu o Prêmio Machado de Assis da Fundação Biblioteca Nacional categoria melhor romance, com a obra O Tempo Físico de Idalina Azevedo da Silva. Em 2008 recebeu o Prêmio Academia Brasileira de Letras, melhor livro de poesias, com a obra Discurso Urbano de Izacyl Guimarães Ferreira.
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