Dados Técnicos
Deus no banco dos réus – culpado ou inocente?
ISBN 978-85-366-0693-4
Justiça - JS 4112/2
Formato 15,2 x 22,5 cm - 160 páginas
2ª Edição - Ano 2007

Disponível para venda na Livraria Asabeça, Rua Dep. Lacerda Franco, 187, Pinheiros, São Paulo, SP, CEP 05418-000, telefone (11) 3031-2298 ou na Livraria Virtual Asabeça
Deus no banco dos réus – culpado ou inocente? 2ª Edição
Esse livro Deus no Deus Banco dos Réus – Culpado ou Inocente? de José Pereira, considera como e porquê o parêntese foi aberto, o que acontece dentro dele, e analisa os passos do processo mediante o qual o parêntese será definitiva e eternamente fechado. Mesmo porque, e para o nosso conforto, podemos saber antecipadamente qual o resultado final do julgamento de Deus. É como se o julgamento estivesse roteirizado, e nossa parte fosse apenas a de conferir, como se fôssemos apenas os revisores do processo. Portanto, ao ler este livro, faça-o com a mente aberta e sem idéias preconcebidas, para que possa tirar o melhor proveito do seu conteúdo.
José Pereira
José Pereira dos Santos, cristão praticante e escritor fértil apresenta neste livro uma versão clara, lúcida e direta, calcada em trechos retirados das Escrituras e exemplos do cotidiano. Um empreendimento corajoso e não isento de riscos. Colocamos Deus no banco dos réus a cada vez que nos queixamos das aparentes injustiças que verificamos cotidianamente. Este processo chegou a um ponto que as pessoas se perguntam se Deus não deu as costas ao nosso mundo por desgosto, dando origem a um largo processo de ateísmo contemporâneo. Diante deste problema o autor retoma a Teodicéia Cristã, iniciando sua argumentação com o primeiro distúrbio da criação: a rebelião dos anjos e a introdução do Mal no Universo. E segue mapeando as intervenções divinas no sentido da Redenção. O risco embutido na argumentação está ancorado na escolha da abordagem. A Justiça e o Direito fornecem as imagens, alegorias e argumentos, nos levando diretamente ao mundo dos processos, dívidas, pagamentos, pendências e julgamentos. Sendo a justiça humana o que é atualmente – sentenças judiciais são compradas e advogados acobertam o crime organizado – a analogia fica prejudicada. Porém, na obra de José Pereira não há negociação: há uma tarefa individual a ser cumprida na obra de Redenção e isto não é negociável. O autor ataca o problema de forma vigorosa, didática e veemente. A meu ver seu maior mérito é retomar a exposição de uma velha questão de maneira clara e com um vocabulário contemporâneo, acessível a todos. Iuras Avlis Sorrab, pesquisador em História das Religiões.