Dados Técnicos

O Último Ato de Amor co-autoria com Robson Passos Caires
ISBN 85-7372-379-3
Poesia - JS 2801
Formato 14 x 21 cm - 84 páginas
2ª Edição - Ano 2004

Disponível para venda na Livraria Asabeça, Rua Dep. Lacerda Franco, 187, Pinheiros, São Paulo, SP, CEP 05418-000, telefone (11) 3031-2298 ou na Livraria Virtual Asabeça

O Último Ato de Amor

          A efervescência poética brota em Turiúba!
          Vejo dois jovens poetas que, parafraseando um ao outro, suspiram:“Turiúba é apenas um retrato na parede, mas como dói... É essa pequenina cidade paulista que produz estes emergentes poetas, ambos cúmplices nas peripécias do amor.
          Como todo bom poeta, amam a noite, participam intensamente das festas das estrelas na mansão da lua e, portadores de sua luz prateada, fazem o insólito encontro desta com o sol.
         Robson, turiubense nato, jovem e ascendente estagiário das Ciências Jurídicas (cursa o quarto ano de Direito no Centro Universitário de Rio Preto, UNIRP), já respira o Direito e confabula com ares de advogado, buscando na lex dura lex a sensibilidade e a poesia. Mesmo estando ainda no início de sua promissora trajetória poética, já conta com algumas publicações de poemas e críticas no matutino rio-pretense Diário da Região.
         Ponté, premiado e experiente, nascido em Planalto, mas turiubense de coração, pois em Turiúba fincou raízes desde a tenra idade, já nos bancos escolares ensaiava seus primeiros versos. Lembro-me de sua atuação como presidente do Grêmio Estudantil Machado de Assis, quando fundamos o jornal O Pioneiro.
         O poema O Homem e o Amanhã foi seu trabalho mais premiado, destacando-se o da Fundação Itauclube. Formado professor pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Rio Preto em 1986, escreve também para o jornal Diário da Região e ocupa a honrosa posição de sócio fundador da Associação Rio-Pretense de Escritores (ARPE).
         Para fechar as cortinas, falemos um pouco sobre O Último Ato de Amor.
         É uma gostosa viagem ao rico mundo dos sonhos de nossos poetas. Alegria, desespero, miséria, arrebatamentos, júbilos, amores, tudo tão harmônico que a melhor definição vem deles próprios: O mundo transformado em metáforas que os poetas, seres telúricos, verbalizam...
         São românticos sem serem piegas, políticos sem serem demagogos, críticos sem exaltações e patrióticos sem xenofobia.
         Seus poemas são um verdadeiro banquete de pratos exóticos variados. Degustemos O Último Ato de Amor, primeiro ato publicado de meus heróis do sertão.


Manoel da Silva Neves Filho
Teatrólogo

A. N. Ponté