Dados Técnicos

Rimas, Versos e Trovas
Francisco Martins Lopes
Scortecci Editora
Poesias
ISBN 978-85-366-1022-1
Formato 14 x 21 - 108 págs.
1ª edição - 2008

Rimas, Versos e Trovas

Nas palavras do autor:

Este é meu sexto livro publicado
E quero que seja diferente
Poderá até ser complicado
Seja como for estarei contente

Às vezes nos livros que escrevi
Alguma poesia ou verso aparecem
Mas neste completo a falta que senti
Porque os caros leitores merecem.

Saber que pessoas importantes
Leram meus livros é gratificante
Receber elogios a todo instante
Agradeço a todos de forma brilhante.

Agradeço àqueles que meus livros leram
À esposa, filhos e a todos os parentes
E que minha mensagem entenderam
E às pessoas que hoje estão ausentes

Nas horas vagas fui rascunhando
A lápis, caneta e papel qualquer
Com muito carinho fui transformando
Estes versos para aquele que aprouver.

Francisco Martins Lopes
Francisco Martins Lopes, brasileiro, nasceu na lavoura, no município de Franca, onde trabalhou em todos os serviços braçais até os 16 anos de idade.

Mudando-se para Itirapuã em 1942, trabalhou como aprendiz de marceneiro, posição em que muito aprendeu. Deixando essa profissão, deu início ao aprendizado de sapateiro, indo para Franca, trabalhar em indústria de calçados, na Av. Getúlio Vargas, na fábrica de calçados Granero. Isso foi no ano de 1945, época em que terminou a Segunda Guerra Mundial. Voltando para Itirapuã, com maior bagagem no ofício, abriu uma sapataria juntamente com seus irmãos, mudando para Marialva, Estado do Paraná, em 1946, onde permaneceu até 1965, continuando na profissão de sapateiro até 1951. Neste ano, vendeu o estabelecimento, e foi trabalhar em escritório de contabilidade, abrindo novos caminhos e se preparando para o futuro melhor que todo mundo espera.

No decorrer dos tempos, conseguiu entrar na sociedade e adquiriu o escritório onde trabalhava, nesse período, a convite do Prefeito, foi trabalhar na Prefeitura, inicialmente como tesoureiro e, posteriormente, transferindo-se para o cargo de contador, deixando o cargo por sua livre e espontânea vontade,  contrariando o Prefeito, o qual insistiu para que ficasse. Finalmente, pediu demissão em 1964. Mesmo com esse cargo na Prefeitura, continuou como sócio do escritório de contabilidade com o nome fantasia de ESCRITÓRIO COMERCIAL BANDEIRANTE, até hoje existente naquela cidade.

Em 1965, mudou-se para São Paulo, estabelecendo-se com escritório, também de contabilidade, com o nome fantasia de CONTÁBIL MARIALVA, onde permanece até hoje, no mesmo endereço.