Dados Técnicos

Um Poema para o Natal
Luís Alberto Mussa Tavares
Scortecci Editora
Poesia brasileira

ISBN 85-366-0450-6
Formato 14 x 21 cm - 92 páginas
1ª edição - 2005

Um poema para o Natal

A impressionante história do nascimento de Jesus é recontada aqui sob a forma de Um poema para o Natal.
Essa fabulosa trama envolvendo um imenso recenseamento, Anjos do Céu em grande movimentação por todos os lados, magos estudiosos de um Oriente distante seguindo sinais, pastores comuns sendo os primeiros a saber da novidade e  a crueldade sem  limites de um imperador sanguinário, do mesmo modo como nos conta o evangelho, é aqui relembrada em poesia, na ordem aproximada de como tudo deve ter acontecido.

Luís Alberto Mussa Tavares
Luis Alberto Mussa Tavares nasceu em Campos dos Goytacazes, RJ, em 6 de setembro de 1959. Filho dos professores Sebastião Clovis Tavares e Hilda Mussa Tavares, desde criança se encantou pela arte de rabiscar versos. Nunca desistiu. Nem dos versos, nem da vida nem de torcer pelo Fluminense. Hoje tem três irmãos, dez sobrinhos e um sobrinho-neto. Médico formado pela UFRJ, trabalha como pediatra em as cidade há vinte anos. Finge que fotografa muito bem, por isso possui três fotologs. Finge que escreve muito bem, e, como bom fingidor, possui dois sítios de poesia. Em 1984 perdeu de alguma forma seu pai e isso foi necessário para aprender a conviver com perdas aparentes. Vive cercado de versos e canções. Prefere Chico Buarque a todo o resto das vozes e dos nomes do coral. Os primeiros e os mais lindos versos que leu foram de Castro Alves. A primeira vez que viu o Rio de Janeiro concluiu que o Paraíso deve ser quase tão lindo quanto ali. Não é poliglota. Nunca foi a Cuba. Jamais assistiu um show de João Gilberto. Não conseguiu um autógrafo de Drummond quando era possível ter tentado. Mas adoraria ter feito tudo isso. Já viveu mais tempo do que ainda vai viver. Ainda quer conhecer mais músicas do que já conhece. Um dia, possivelmente, ainda aprende a escrever versos. Ama amar. Tudo o mais, em verdade, sÃo ruídos, como disse Carlos num de seus versos.