A SOMBRA DOS INVENTADOS / Francisca G. Vilas Boas

1. “(...) São textos filosóficos que nos convidam à reflexão sobre o sentido último da existência. (...) Como explicar a permanente contradição entre o existir e o nada? (...) É uma escrita densa, difícil e que exige muito a atenção do leitor dada a riqueza vocabular e de sentidos. Também é melódica e rítmica. É música para os ouvidos de quem lê. O ritmo é marcado por frases curtas. Precisas. Incisivas. Rigorosas. E por outras mais longas de enorme riqueza vocabular. (...) A autora porta-se como uma escultora da língua portuguesa. Seleciona com cuidado os vocábulos e aplica-os com mestria (...) sobre o bloco linguístico deixando antever a forma final que só se abarca completamente no fim do conto. (...)”
Zeferino Lopes – ex-professor de filosofia na cidade do Porto

2. Sobre alguns contos: Dissolução: “(...) conto lindo e diferente. Uma pequena obra-prima da arte contística.” no aqui sempre pouco: “Sobressai (...) a precariedade do tempo e da existência que passa.(...) tudo fugidio como a própria existência.” O Caminho: “Conto maravilhoso. Poesia pura.” O pastor e os lobos: “Uma fábula quase palpável e bem desenvolvida. Inovação literária pulsante e palpitante.” Óbvio e Vertigem: “Outra criação que surpreende. (...) A autora conhece o valor das palavras, tal como diz a poetisa Lenilde de Freitas: ‘Palavra... que és e não és’.” O visitante: “(...) miniconto perfeito e acabado. (...) Nas entrelinhas há um silêncio presente, que pulsa e emociona. (...) Excelente trabalho.” O homem do dia: “Retrato verdadeiro da cidade grande.(...) Texto bem desenvolvido e bem-humorado. (...) história tirada do nada que, em ficção, significa ‘fagulha da vida’.”
Caio  Porfírio Carneiro – escritor e crítico literário

Francisca G. Vilas Boas nasceu em Guaxupé (MG) e reside no Rio de Janeiro desde 1973. Cedo, dedicou-se às letras e em 1960 integrou o grupo pioneiro de Guaxupé, criador do gênero miniconto no Brasil, movimento que envolveu, entre outros, Elias José, Sebastião Rezende e Marco Antonio de Oliveira, conforme trabalho de Márcio Almeida. Publicou contos e poemas em antologias com os autores de Guaxupé e colaborou em vários jornais de Minas Gerais. Lançou os primeiros livros de contos O Sabor do Humano em 1971 e Roteiro de Sustos em 1972 através de premiação pela Imprensa Oficial de Belo Horizonte. Em 2011 publicou no Rio de Janeiro o livro de poemas A asa e o osso pela Editora Galo Branco. E pela Scortecci Editora publicou em 2014 o livro de contos Das Ilusões e da Morte (ed. bilíngue) e em 2015 o livro de poemas Palavras e Sombras (ed. bilíngue). Licenciada em Letras e em Direito com pós-graduação nos dois cursos. Lecionou por mais de trinta anos Literatura Brasileira e Língua Portuguesa e exerceu as funções de Oficiala de Justiça pela Justiça Federal. Ministrou, ainda, aulas em vários cursos de redação no Rio de Janeiro e realizou outros cursos na área de Direito e  Letras. Sob indicação do MEC e com bolsa de estudos pela OEA, representou o Brasil em 1983/ 1984 no II Curso Ibero-americano de Educación a Distancia y de Adultos, organizado pela Universidad Nacional de Educación a Distancia de España (Madrid). Realizou em 2008/2009 pela Universidade Complutense (Madrid) o curso Estudios Hispánicos. Advoga esporadicamente e nunca abandonou a  arte escrita.

Serviço:

A Sombra dos Inventados
Francisca G. Vilas Boas

Scortecci Editora
Ficção
ISBN 978-85-366-4693-0
Formato 14 x 21 cm 
136 páginas
1ª edição - 2016

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