CRÔNICAS PESQUISAS / Sílvio Tamaso D'Onofrio

Finalmente começam a aparecer em livro os resultados dos anos de honesto esforço de pesquisa por parte do autor, Sílvio Tamaso D’Onofrio. Ainda que em meio a despretenciosas crônicas, que servem para pouco mais do que um breve passatempo, é nas entrelinhas desses textos e nas fontes aqui apontadas, que conhecemos, realmente, a vida e a obra de Edgard Cavalheiro. Antes tarde: E. S. do Pinhal carecia, sobremaneira, de alguém capaz, além de suficientemente bem intencionado, para compreender e apresentar a trajetória de um dos maiores escritores pinhalenses.

A missão não é pequena, mas Edgard teve a sorte de encontrar em Sílvio a seriedade e o fôlego necessários. Um novo tempo se inicia para a memória de Edgard Cavalheiro com a publicação deste volume. Todo o resto passará: eu, você, os aproveitadores de plantão e seu blablabla. Edgard permanecerá.E para coroar as merecidas honrarias, Paulo Bomfim e Pazé. Que mais E.C. poderia desejar?
Maria Célia de Castro Amaral

Assim como a fênix renasce das cinzas, conhecer você me fez renascer, relembrar, viver um pouco do meu passado. Nosso pai, em suas mãos, viveu de novo.
Maria Helena Cavalheiro - filha

As crônicas me fizeram conhecer um avô que se foi antes de eu ser uma semente. Encheram meu coração de ternura, renderam boas risadas, e muitas horas de reflexão. São escritos que, de certa forma, constituem a minha história. Edgard Cavalheiro nasceu novamente em minhas memórias. Obrigada Vô, e até algum dia.
Maria Christina Cavalheiro Neves - neta

Os artigos de Sílvio D’Onofrio foram de um valor inestimável para reavivar a memória de um pinhalense que fez de sua vida um ato de amor à literatura.
Roberto Dante Cavalheiro Filho - sobrinho

Edgard era muito inteligente. Veja, para o Lobato gostar dele e deixar com ele todo o arquivo... Por aí você faz uma ideia.
Luís Carlos Cavalheiro - sobrinho

Este trabalho lembrou-me a infância, o tempo na casa da minha tia Rosa, na rua Lins. Todo ano eu ia para São Paulo e passava uns dias na casa da tia Rosa. Lembro do Edgard levando os manuscritos para tia Lucy datilografar, depois ficávamos escutando ela à máquina, noite adentro. Proporcionou aos parentes, aos que conviveram com Edgard, a memória, a lembrança dele em plena atividade.
Pedro Adriano Ferriani - primo

Parabenizo o autor Sílvio D’Onofrio por este livro de diamantes, capaz de eternizar o espírito de Edgard Cavalheiro.
Maria Carolina Leme Marinelli Delbin - vereadora

Sílvio Tamaso D’Onofrio resgata brilhantemente, através deste memorial de Edgard Cavalheiro, a história dos paulistanos e dos pinhalenses de meados do século XX, quando os intelectuais rumavam a cultura brasileira.
Maria Célia de Castro Amaral - professora

Sílvio Tamaso se fez alma para rememorar a vida de Edgard Cavalheiro, envaidecendo-nos com a obra deste notável pinhalense.
Patrícia Françoso - advogada e artista plástica

Mestre em Filosofia pela Universidade de São Paulo, Sílvio Tamaso D’Onofrio percorreu 14 municípios brasileiros, visitou dezenas de pessoas, arquivos e instituições pesquisando a produção intelectual de Edgard Cavalheiro. Seu doutorado, em desenvolvimento, desvenda os caminhos culturais gestados por Cavalheiro e amigos no balcão de uma farmácia, no centro de São Paulo, nos estertores do Estado Novo. Em 2014 recebeu, da Câmara Municipal de Espírito Santo do Pinhal-SP, Moção de Congratulações e Aplausos pelo incentivo à memória de Edgard Cavalheiro.

Serviço:

Crônicas Pesquisas
Edgar Cavalheiro escreveu
Sílvio Tamaso D'Onofrio

Scortecci Editora
Crítica
ISBN 978-85-366-3925-0
Formato 14 x 21 cm  
156 páginas
1ª edição - 2014

Mais informações:

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