A NATUREZA CHORA E SEMELHANTEMENTE ESTÁ MORRENDO / Olegário Natureza

Os peixes morrendo por poluição das águas contaminadas, o mar está diversificado e os poluentes são as espécies de combustíveis como outros elementos, a transgressão vem por causa humana, e as nascentes mananciais também minimizando, há uma catástrofe sem precedente, e os humanos só têm a preocupação com o conforto, mas não estão preocupados com a transcrição que circunferencia uma maldição por toda parte do mundo, a infraestrutura cai no esquecimento e os esgotos correm a céu aberto com dejetos de fezes e sujeiras domésticas numa transição inconsciente, a governabilidade deixando a desejar os municípios por desmazelo de seus conceitos de maneira tal que envergonham a política que é corruptível, a corruptibilidade em torno da ganância numa melancolia sem precedente e iminente, as águas radiativas sendo geradas por usinas atômicas estão expelindo nas profundezas dos mares, e os combustíveis sendo jorrados a torto e a direito manchando a superfície dos mares.

E deixando os pássaros marinhos e os peixes mortos impregnados de combustíveis pelas superfícies dos mares. E nisto consecutivamente os mares estão abandonados pelos governos de suas governabilidades sem fins complacentes e a seca sendo a forma de sobrevivência. A consciência humana é desprezível e envergonha a classe humana num constante desamor com a própria natureza que segmenta a harmonia na vida, que em si os humanos tornam suas consciências deixando a desejar diante de quem nos fez, a pensar e raciocinar para o bem de um para com outro, a vergonha simula os pensamentos dos audaciosos que visualizam a beleza e a cobiça em seus corações na vaidade, assim caminham os humanos esquecendo-se do mais principal, que é a vida de nossos filhos e netos futuros, os tais humanos só querem raciocinar o bem de si próprios, esquecendo-se do amanhã, que o futuro nos espera radiando com a força do sol que nos ilumina e o ar que respiramos, mas infelizmente está tudo distorcido, a poluição do ar e o sol escaldante que queima na pele e a oxigenação, transgridem os dias, nos é comandado o respirar de nossas narinas, assim são os dias que são inconstantes e obstantes de tal maneira que envergonham a própria personalidade do subconsciente de cada um de nós diante de Deus. O mundo está aleatório, as drogas dominando os viciados, os tais humanos não estão se entendendo mais, a humanidade se autodizimando, matando, como cobras engolindo umas às outras.

Fiquei distante do bem em circunstância segmentada por malignidade espiritual por muitos e muitos anos, e nesta transição limitada só constrangimento em ruínas devastadoras no bem comum das forças estranhas que são malignas e vinham sobre mim. Tenebrosidade e frustração, assim eram os meus dias impuros e degradantes, mas não fui atrás de deuses estranhos que bem não fariam o bem para somente o mau intuito de tal forma que me constrangia e atormentava toda noite que dormia naquela barraquinha em que morava num terreno desprovido de conforto.

O desespero era tamanho que estava desacreditado do Deus vivo, mas nunca me esqueci da minha fé e do meu conhecimento nos seus mandamentos sagrados. O meu espiritual era tamanho que às vezes me atormentava a noite de sono sagrado. Bem, como eu não passava tranquilo, o maligno me constrangia a todo momento de meus dias, permaneci dez anos naquele local amaldiçoado, até que então os meus irmãos pediram aquele terreno onde eu morava para vender. Resumindo tudo, estas páginas que escrevi são frustrações dos maus espíritos, mas resisti e estou aqui para dizer às entidades malignas que o princípio do meu espírito é luz e nada pode me atingir. Com tantos absurdos na minha vida pregressa, lágrimas rolavam e a tristeza tomava conta do meu espírito e do meu ser.

Eu nunca me desviei do conhecimento uniforme das palavras mencionadas por inspirações dos nossos ancestrais, que meramente eram inspirações enviadas pelo espírito do Deus vivo, daquele servo de Deus que unicamente viria de um Deus vivo e Criador de todas as situações, que aqui vivenciamos e vivemos por sua vontade que nos faz o livramento de qualquer situação que demonstre ser a verdade de um Deus bon-doso e uniforme em suas atitudes para com a humanidade. Espantosos foram os meus dias e denoto o meu conhecimento através dos sofrimentos que bem me deixaram em circunstâncias difíceis de se resolver, mas isso não me deteve porque simplesmente a fé que tenho em meu espírito é tamanha que me faz confiar no meu Deus, fazendo-me livrar dos empecilhos e dos constrangimentos que tenho passado.

E hoje permaneço em pé. Mas me preocupo com o mundo e sua destruição com a poluição constituindo um mau precedente e iminente desastre ecológico, a vida já não é a mesma e nisto os humanos querem viver, mas num mau intuito inconstante, as mãos dos tais humanos dizimando tudo que veem pela frente. Um grande mal surgirá futuramente e no instante em que estamos vivenciando a catástrofe  por todo o mundo. Zelar por nossas águas é uma obrigação dos governantes e políticos intransigentes que usam de má fé e seus governos tornam-se assim uma arma venenosa.

Serviço:

A Natureza Chora e Semelhantemente está Morrendo
Olegário Natureza

Scortecci Editora
Religiosidade
ISBN 978-85-366-4260-4
Formato 14 x 21 cm 
176 páginas
1ª edição - 2015

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