OS HORIZONTES ABERTOS / Geraldo Dias da Cruz

Livro de poemas, com diversos temas. O autor luta para fazer economia de palavras. E assim é que o seu universo poético procura abranger o registro de coisas essenciais. Com cuidado organiza os seus sentimentos. No plano emocional é amoroso, melancólico e sentimental. Tudo faz para se aproximar da sensibilidade quotidiana, porque o seu objetivo é exprimir a realidade do mundo e as suas mais desvairadas projeções. Gosta de ler, e escrever, principalmente, poesia. Ama profundamente o belo e a verdade.

Os horizontes, os campos e as flores
amanhecem extasiados com o nosso olhar.
Somente olhamos de longe,
enquanto portas e janelas se fecham.
Por uma única fresta
enxergamos tudo.

Minhas mãos brincam com as nuvens
e, através das janelas do céu,
elas vão fugindo, vão andando,
vão tropeçando no fogo e no vento,
e se ocultam aos meus olhos que sonham.
Sem mistério, vejo o céu e o horizonte se apagando...
Para onde voam tantas nuvens?

Geraldo Dias da Cruz nasceu em 3 de maio de 1929, em Belo Horizonte (MG), e mora atualmente em Goiânia (GO). Aposentado, gosta de viajar e escrever poesia. Livros publicados: Poemas (Cuiabá: Igrejinha, 1955), Monchão-Coroado (Belo Horizonte: Imprensa Oficial de Minas Gerais, 1973), Armas do Tempo (Cuiabá: Edições Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT, 1975), Crepúsculo para a Paz (São Paulo: Editora do Escritor, 1977), Proclama aos Incautos (São Paulo: Editora do Escritor, 1979; Menção Especial no Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, Goiânia/GO), Olhos Peixes Navegantes (São Paulo: Editora do Escritor, 1983), Rio dos Signos (Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1986; Prêmio Nacional do Instituto Nacional do Livro – INL), Três Mundos: o Poeta (Goiânia: Cerne, 1987; Prêmio Bolsa de Publicações José Décio Filho), Argonauta (Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, 1987, pela Prefeitura de Goiânia/GO; Prêmio Eugênio Coimbra Júnior, pelo Conselho Municipal de Cultura, Recife/PE, e primeiro lugar em Goiânia/GO, em 1988), Lento Exílio (Goiânia: Bolsa de Publicações Cora Coralina, 1988; prêmio regional, categoria poesia, da Fundação Cultural de Mato Grosso, 1988; e prêmio nacional; publicado no centenário de nascimento de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, que passou à história de Goiás e do Brasil como Cora Coralina, mulher de coragem, sempre estimulando seu coração de fogo, de paixão, de amor e de poesia), Algamar (publicação aprovada pelo Conselho Editorial do Instituto Goiano do Livro – IGL, 1999), Os Cavalos e Outros Poemas (São Paulo: Scortecci Editora, 2016); Fontes do Vento (São Paulo: Scortecci Editora, 2017).

Serviço:

Os Horizontes Abertos
Geraldo Dias da Cruz

Scortecci Editora
Poesia
ISBN 978-85-366-5486-7
Formato 14 x 21 cm 
200 páginas
1ª edição - 2018

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