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ALGEMAS COMUNS, DE AÇO / Joaquim Nogueira

Uma manhã qualquer de um dezembro qualquer, quando já se encontra em seu apartamento quarto e sala, depois de uma noite em claro no plantão da delegacia, Venício (42 anos, divorciado, sem filhos) pensa que tem nas mãos a oportunidade de fazer um trabalho verdadeiramente significativo: identificar e prender um assassino na cidade de São Paulo. Atirando-se em uma corrida movimentada e frenética, bate de frente com indivíduos de todo tipo, caloteiros, cartomantes, policiais negligentes, gerentes de cassinos, traficantes, promotores suspeitos, juízes que vendem sentenças, esposas e amantes frustradas, filhos ingratos.

Não se espere de Algemas comuns, de aço informações técnicas, impressões digitais, acareações, exames de balística, residuográficos – Nogueira entende que são desnecessários ao livro. Também não serão encontrados os recursos e macetes dos filmes que pululam na televisão e na literatura pulp – tiroteios mirabolantes, perseguições e trombadas de automóveis, mulheres boazudas passando batom na boca ou empunhando armas. A trama mostra diálogos curtos e certeiros, parágrafos funcionais, descrições rápidas e precisas que dão vida a personagens marcantes. O autor é fã assumido do romance policial hard-boiled e é isso que temos aqui, pronto e acabado, à brasileira.

Joaquim Nogueira não encontrou facilidades na vida. Nada caiu de graça no seu colo. Nascido em Sena Madureira, interior do Acre, 1940, filho de pai seringueiro e mãe costureira, estudou em colégio de freira e grupo escolar público para concluir o primário. Em 52, a família se transferiu para a capital, Rio Branco, e ele entrou para o ginásio no tradicional Colégio Acreano. Em sua biblioteca conheceu a obra de alguns ícones literários brasileiros – Machado de Assis, Aluísio Azevedo, Coelho Neto, Humberto de Campos. Apaixonou-se então pela literatura. Além de Sena Madureira e Rio Branco, morou em Manaus, Belém do Pará, Rio de Janeiro, vindo para São Paulo em 1960. Foi servente de pedreiro, pintor de paredes, auxiliar de escritório, bancário, oficial de justiça e delegado de polícia. Só quando se aposentou, 1998, pôde se dedicar metodicamente à realização do sonho mais ambicioso, escrever livros. Adepto das histórias de mistério e suspense, unindo sua experiência de vida com as lições aprendidas na polícia, escreveu e publicou dois livros pela Cia. das Letras – INFORMAÇÕES SOBRE A VÍTIMA e VIDA PREGRESSA – e um pela Miró Editorial – HOMEM AO MAR. Tem escrito contos, crônicas e resenhas, que publicou em órgãos diversos – Folha de São Paulo, Editora Record, Editora DBA. Continua morando em Sampa.
nogueirajoaquim@hotmail.com

Serviço:

Algemas comuns, de aço
Joaquim Nogueira

Scortecci Editora
Ficção
ISBN 978-85-366-6181-0
Formato 14 x 21 cm 
212 páginas
1ª edição - 2020

Mais informações:

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