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ESTÁ MORTO SEMPRE DEUS NO ESPECTRO DA ARTE / Alberto de Godoy Azeredo

“Esses poemas são meus, mas também são do Vavá e da Terezinha Godoy, meus pais, que me ensinaram a ser o que eu sou, e daqueles seres singulares que povoaram o meu viver, ainda que não saibam, e que tanto me enriqueceram na minha dura e autêntica caminhada. Aos meus pais, eterna gratidão. Aos seres singulares, sincera reverência.” É o que diz Alberto de Godoy Azeredo, de São Bento do Sapucaí (SP), sobre este livro, o sexto. O Invisível Pardieiro de Pétalas, Ao Poeta não Porás Mordaça e O Mar e o Córrego da Foice são os outros títulos que o poeta publicou pela Scortecci Editora.

A poesia é única, e ainda a considero superior. Somente um poeta dá a cara para bater tanto e rasga tantas perspectivas, no entanto é o menos valorizado, quando é. A poesia está em outros gêneros literários, que não estão na poesia. A musicalidade, por exemplo, é inerente a um bom poema, mas letra de música não é poema, que é feito para ser lido. Exceção a gente encontra, que só existe porque existe regra. A poesia não tem compromisso com nada e com ninguém, inclusive com o poeta, que por sua vez também não tem, inclusive com a poesia. A poesia tem compromisso apenas com o que ela diz, como se possuísse vida própria.
O Autor

Serviço:

Está Morto Sempre Deus no Espectro da Arte
Alberto de Godoy Azeredo

Scortecci Editora
Poesia
ISBN 978-65-5529-017-2
Formato 16 x 23 cm 
84 páginas
1ª edição - 2020

Mais informações:

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