AS SETE FACES DAS VIOLETINHAS / Maria de Lourdes Cintra Silva Marcondes Ciarlo

Contaram-me, certa vez, uma linda história que foi inspirada nos dizeres de São Paulo Apóstolo (Fp 4.11). Fiquei muito impressionada com ela e, ao dar um curso sobre a formação da personalidade para mocinhas, num bairro da cidade onde moro, comecei por contar a mesma história, do meu modo.

Daí para escrever um livro, foi uma idéia que logo surgiu. E hoje estou transmitindo algumas coisas que penso serem interessantes para todas as meninas-moças. Sou apenas uma professora, sem nenhuma especialidade em nada do que escrevo. Apenas amo com paixão a minha terra, o Brasil, e, se com a minha modesta obra eu conseguir contribuir para a educação, vou me sentir muito gratificada.

Minha família sempre foi ligada às boas maneiras. Pode, não pode, não deve. Assim, a parte   referente a esse tópico foi mais  extensa. Penso que todos gostariam de saber muitas coisas e não têm essa oportunidade. Quem se interessar pelos assuntos pode aprofundá-los em livros específicos dessas matérias. Eu procurarei dar o abc. O resto é com as minhas Violetinhas.

Agora a razão do nome: As sete faces das Violetinhas.

Conta a história de um senhor que, visitando o seu jardim, notou que as plantas estavam muito descontentes e murchas, quase morrendo. Ele ficou curioso e foi perguntando a razão daquela tristeza. Ninguém estava contente consigo mesmo. Umas plantas queriam ter perfume; outras, altura; outras, ainda, queriam produzir frutos. Estas se queixavam dos espinhos, aquelas queriam ter cores mais vivas, e assim por diante. Ao deparar-se com um lindo canteiro de violetas, que felizes cantavam, balançando-se ao vento, ele parou e perguntou:
— Por que vocês estão tão felizes? As outras plantinhas estão desanimadas e tristes.
As Violetinhas responderam:
— Estamos contentes porque o Senhor queria que fôssemos violetas e assim, seremos as melhores e mais bonitas!
Resolvi então, chamar as minhas alunas de Violetas, fazer com que se sentissem felizes em ser o que eram e procurassem ser as melhores possíveis, cada uma guardando sua individualidade e aperfeiçoando-se cada vez mais...
O número sete foi marcante porque abrangeu os sete tópicos que estudaremos: o Eu-Psíquico, o Eu-Corpo físico, o Eu-Mental, o Eu-Energético, o Eu-Cidadão, o Eu-Econômico e o Eu-Social.

Maria de Lourdes Cintra Silva Marcondes Ciarlo nasceu na cidade de São Paulo. Estudou nos Colégios Stafford e Santa Marcelina, onde concluiu o Curso de Formação Profissional de Professor.

Lecionou em São Paulo, São Carlos e no Instituto de Educação Professor Henrique Morato, em Matão, onde também foi Diretora da Escola Normal Livre Homero Fortes.

Fez parte do Movimento São Paulo e a Criança no Governo do Professor Carlos Alberto de Carvalho Pinto.

Trabalhou no Centro de Estudos e Integração da Comunidade, com grupos de jovens que atuavam em trabalhos comunitários. Esse movimento teve o apoio e o incentivo da unicef das Nações Unidas.

Fez cursos de bandinha rítmica em São Paulo, no Departamento de Música e Canto Coral, e, no Rio de Janeiro, no Conservatório Musical. Organizou várias bandinhas rítmicas, teatro de fantoches e apresentou várias peças teatrais infantis  com seus alunos do Curso de Formação de Professores.

Foi credenciada pela Nestlé e pela Prosdócimo, tendo dado aulas de culinária em várias cidades de São Paulo.

Foi dama de caridade na Creche Santa Isabel.

Durante vinte anos trabalhou dando aulas em cursos de menina-moça e preparação para o casamento na comunidade.

Criou o Clube da Colher de Pau e o Candelabro — O Clube das Mulheres.

É casada há cinqüenta e quatro anos com Paulo Marcondes Ciarlo, que foi Diretor e Inspetor Regional do Ensino. Eles têm cinco filhos, genros, nove netos e moram em Matão.

Serviço:

As Sete Faces das Violetinhas
Maria de Lourdes Cintra Silva Marcondes Ciarlo

Scortecci Editora
Adolescentes
ISBN 85-7372-461-7
Formato 14x 21 – 196 páginas
1 ª edição - 2000

Mais informações:

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