A ORAÇÃO QUE AGRADA A DEUS / Silvano Braga de Medeiros

Neste trabalho são abordados temas como: a quem orar, segundo as Escrituras? Os mortos podem ouvir as nossas petições e levá-las a Deus? Além de Jesus Cristo, existe algum outro mediador entre Deus e os homens? Qual é o mandamento de Deus em relação às imagens? Se Deus condena as imagens, por que mandou que se fizessem querubins? E se Deus desaprova a adoração e o culto às imagens, por que mandou fazer uma serpente de metal, para que o povo olhasse para ela? Quem realmente é Nossa Senhora?

Nasci em Gravatal, uma pequenina cidade de Santa Catarina, em um bairro rural chamado Poso Alto, onde vivi até completar dezessete anos. Criei-me em berço católico. Aos domingos, salvo raríssimas exceções, ia à missa com meus pais e meus irmãos. Aos onze anos de idade, parei de estudar, pois sendo o mais velho entre os seis irmãos, precisava ajudar meu pai com os trabalhos no pequeno sítio que possuíamos. Quando eu tinha dezessete anos, meus pais, arrependidos de terem me tirado da escola tão cedo, permitiram que eu fosse morar em Novo Hamburgo (RS), com meus padrinhos de crisma, mediante a promessa destes de que me persuadiriam a voltar a estudar. A adaptação na cidade não foi fácil. Eu falava: lençor (em vez de lençol), sar (em vez de sal), sargá (em vez de salgar) etc. Por isso, muitas vezes, era motivo de chacota das pessoas. Aos vinte anos, no velório de minha avó materna, reencontrei um tio, irmão de minha mãe, que morava em São Paulo, e acabei vindo com ele para a terra da garoa. Até então, não havia retomado os estudos, tinha apenas o 4º ano primário. Aqui, arranjei emprego de ajudante de garçom. Dias depois, andando pelo centro de São Paulo, para conhecer a cidade, vi, na vitrine de uma livraria, um livro intitulado: “Supletivo 71 do Primeiro Grau”. Comprei um exemplar de Matemática e, chegando em casa, comecei a estudá-lo. E como não tive dificuldade para entendê-lo, voltei à livraria e adquiri um exemplar de cada uma das outras matérias. Depois de alguns meses, prestei exame e concluí o ginásio. Daí, matriculei-me no Colégio Anglo Latino, para fazer o supletivo do segundo grau, em seis meses. Ao final do curso, prestei exame e só não fui aprovado em História e em Organização Social e Política do Brasil (OSPB), matéria esta que, hoje, não mais existe. Posteriormente, prestei exame destas duas matérias e concluí, também, o segundo grau. A faculdade teve que esperar quatorze anos, uma vez que eu não tinha recursos para pagá-la, nem preparo suficiente para ingressar em uma universidade pública. Aos 37 anos de idade, já casado e pai de dois filhos, fiz cursinho, prestei vestibular e, aos 42 anos, graduei-me bacharel em Direito. Aos 43 anos, passei no exame da Ordem, tornando-me advogado. É evidente que não foram só vitórias; mas, como é notório, este é um comentário biográfico sucinto. O importante é que as coisas boas superaram as ruins. Deus tinha um plano para a minha vida. Ele também tem para a sua (Rom 8.29; Ef 1.5,11). Glória a Deus! Silvano Braga de Medeiros

Serviço:

A Oração Que Agrada A Deus
Silvano Braga de Medeiros
Scortecci Editora
Religiosidade
ISBN 978-85-366-1504-2
Formato 14 X 21 cm 
60 páginas
1ª edição - 2009

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