CINEUROSE - DIA DE JUÍZO EM CAPITUBA / Waldir de Luna Carneiro

"Devemos aplaudir todos os escritores brasileiros que intentam dar uns poucos lampejos à Literatura Teatral." (Raquel de Queiroz)

"A comédia está na raiz do teatro. As grandes tragédias e dramas têm algo de cômico, assim como as maiores comédias têm algo de trágico: Tartufo, de Molière, Mandrágora, de Maquiavel, Auto da compadecida, de Ariano Suassuna e tudo de Plauto." (Hélio Cícero, ator e diretor)

"No romance há um ambiente de multidão, uma variedade de conversas. No Teatro tudo se restringe, o meio se comprime, os contatos são menores. A ação do romance é longa, no teatro ela é explosiva, fulminante." (José Lins do Rego)

"O teatro é um mistério. Lope de Vega era capaz de criar uma peça de sucesso por semana. Cervantes, um dos maiores escritores de todos os tempos, fracassou como dramaturgo." (Harold Bloom)

"Um povo que não ajuda e não fomenta o teatro, se não está morto, está moribundo." (Frederico Garcia Lorca)

"O teatro é eterno e jamais será superado por qualquer arte que tenha que se valer da técnica mecânica." (Plínio Marcos)

Waldir de Luna Carneiro escreveu 55 peças, todas encenadas por várias companhias amadoras de diversas cidades do interior. Fortemente influenciado por Martins Pena e pela comédia de costumes, não se limitou ao teatro, escrevendo roteiros para cinema, contos, literatura juvenil e crônicas.

Algumas de suas obras foram adaptadas pela televisão. Recebeu diversos prêmios, entre eles, o do XV Concurso Nacional de Dramaturgia (Rio de Janeiro 1985 – 86) e o "Prêmio Nelson Rodrigues," com Revolução em Campina Brava. Entretanto, são raras as suas publicações, o que torna urgente a necessidade de resgatar e publicar o conjunto de sua obra. Seu trabalho é de importância ímpar. Suas comédias foram a razão de existir diversos grupos teatrais que arrebataram premiações em inúmeros Festivais de Teatro. (Chico Pelúcio, "Grupo Galpão")

A comédia, como qualquer forma artística, é uma concepção peculiar do mundo e este sentimento cômico da existência, não a torna inferior perante qualquer forma de representação teatral. Ela é a democratização da ação dramática. (Peregrino Júnior)

"O homem tem em si um instinto de transfiguração que nem os psicólogos jamais disseram qualquer palavra. Um instinto de ser diferente, de realizar algo diferente, de criar um ambiente que se opõe à atmosfera de cada dia. Todos nascem com este sentimento na alma. Somos seres essencialmente teatrais"  (Nicolas Efreinoff, citado por Hermilo Borba Filho)

Waldir de Luna Carneiro, jornalista, cronista, contista, veterano autor de comédias  com  textos premiados em Concursos Nacionais de Dramaturgia. Foi diretor dos semanários, “A Verdade” e “O Alfenense” e do jornal de humor “O ETC”. Teve  contos premiados pela Revista Mineira “Alterosa” (1955-56) e no Concurso Nacional de Literatura da Caixa Econômica Federal, “O Folclore da Caixa,” 1984, prefácio de Luís Fernando Veríssimo. Fizeram referências aos seus trabalhos: Paschoal Carlos Magno, Augusto Frederico Schmidt, Carmo Bernardes, Lúcia Benedetti, Marco Aurélio Matos, Caio Porfírio Carneiro, Carlos Drummond de Andrade, Renata Pallottini, Newton Freire-Maia,  Ivan Ângelo.

Serviço:

Cineurose - Dia de Juízo em Capituba
Waldir de Luna Carneiro

Scortecci Editora
Teatro
ISBN 978-85-366-1812-8
Formato 14 X 21 cm 
232 páginas
1ª edição - 2010

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