O ONTEM E O HOJE - IBITIARA - ESTÓRIAS DE NOSSA HISTÓRIA / Nadir Xavier de Andrade

A respeito de outras obras da autora: Sobre Bolinhas Pretas ou Brancas : “Li, numa noite, seus contos e crônicas. Gostei muito. Seu estilo é claro, direto, sem rebuscamentos. A senhora dialoga muito bem.”
Nelson de Araújo - Escritor - Prof. da UFBA (falecido)

“Tive o tempo suficiente para percorrer Flashes Urbanos, 617-1313 e Bolinhas Brancas ou Pretas. Ficou-me a impressão de uma literatura forte, apaixonada, de prosa leve e descontraída, às vezes pungente, outras vezes graciosa ou tendendo para o humor. A senhora estaria no limiar de algumas definições que apontam o rumo da madureza, tanto estilística quanto textual. O seu pendor para literatura é inequívoco. A sua força verbal a levará a uma definição pessoal-literária. Com a sua instrução, que transparece nas páginas dos seus livros, e o seu bom gosto, a senhora chegará a um lugar bom, estou certo.”
Hélio Pólvora - Escritor

“Recebi Bolinhas Pretas ou Brancas. Recebi e li logo. E gostei. Você escreve bem, sabe transmitir lirismo, emoção e humor. Flashes Urbanos, li com muito prazer. Seu livro, tão variado, se realiza bem em todas essas variações, essa riqueza temática que vai do exercício crítico ao humor e ao lirismo. Meus parabéns.”
Ruy Espinheira Filho - Escritor, poeta, professor da UFBA

“Não poderei deixar de dizer que seu livro, 617-1313, teve a atenção de resenha do André Kisil, no jornal O Escritor, da UBE-União Brasileira de Escritores (SP), revelando a rica profundidade oculta de seu espírito.”
Henrique Leal Alves - Presidente da UBE em 1994

“Vejo por seus poemas de Ecos que, na escrita, temos algo em comum: a incidência e o exercício de uma dor serena. Apreciei a parte filosófica, onde você esboça uma poesia palpitante de conceitos. Em especial o poema VIII dos “Poemas sem Título”. A perda das ilusões, a desesperança que não deixa o poeta mentir...Ah, como tudo isso dói! Ainda bem que nos resta o canto dos galos – aquelas clarinetadas sonoras, às vezes estridentes, que anunciam o amanhã. E esse amanhã, segundo outro poeta, é o dia em que não estamos, mas em que nos pomos ou, pelo menos, o dia em que desejamos viver com plenitude. Essa nota de esperança está em sua poesia, dela é parte intrínseca, e demonstra que você se conjuga. E, assim fazendo, não está só. Faça a sua poesia, amolde o seu barro e procure dar-lhe um sopro vital.”
Hélio Pólvora - Escritor

“Estive lendo com atenção e prazer o De Manhã, à luz do Sol. Gostei dos perfis dos personagens principais subtendidos nas entrelinhas do texto. Achei a trama muito bem urdida, descrita com a clareza necessária.”
Vinicius Lena - Escritor

Sobre De manhã, à luz do sol:

“Parabéns pelo seu trabalho. Você está se saindo muito bem na ficção, além da sua habilidade como poeta e cronista.O que mais me chama a atenção é a riqueza de detalhes e a observação minuciosa de tudo que compõe o ambiente ou uma cena e que nos dá a ideia exata do fato narrado. Parabéns pelo tema, pela trama e pelo bom gosto.”
Janeth X. Gomes Matos - Graduada em Letras

“De manhã, à luz do sol é uma surpreendente história entre dois irmãos que acabam nos levando a conhecer outros fascinantes personagens os quais, com seus dilemas e conflitos, nos revelam a natureza humana nos seus multifacetados comportamentos. O livro revela todo o potencial da escritora ao desenvolver uma história diferente de tudo que já produziu, com uma trama envolvente, “quente” e um final revelador, daqueles que carregamos por vários dias – meio em choque, meio atônitos, pensativos, reflexivos...”
Gislainy de Araújo - Pedagoga
 
“Li, gostei e estou recomendando a meus amigos. Cada capítulo despertou-me curiosidades e expectativa dos acontecimentos. A dinâmica de participação dos personagens é fascinante, envolvente, própria de uma grande escritora. De manhã, à luz do sol está entre os melhores romances que já li.”
Nilton Oliveira - Graduado em Estatística

Nadir Alves Xavier de Andrade é baiana de Ibitiara, cidade localizada na Chapada Diamantina. Licenciou-se em Letras e Artes Industriais e especializou-se em Estudos Linguísticos e Produção de Textos na Universidade do Estado da Bahia (UNEB). É professora de Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa. Foi colaboradora, durante anos, em jornais de Marília (SP), onde residiu. É sócia da União Brasileira de Escritores, membro correspondente da Academia de Letras do Rio de Janeiro e membro da Academia Barreirense de Letras. Reside atualmente em Barreiras, na Bahia.
Outras obras da autora:
Bolinhas Pretas ou Brancas (contos e crônicas)
617-1313(contos e crônicas)
Flashes Urbanos (crônicas)
Pra Começo de Conversa (contos juvenis)
Corda Bamba em Jogo (poemas)
João Ninguém, uma história na Chapada (romance)
Ecos (poemas)
De manhã, à luz do sol (romance)
E-mail para contato:
nandrade6@gmail.com

Ainda sobre De manhã, à luz do sol
“Gostei: do título, que nos remete a uma linda imagem. Depois da leitura de teu livro, ela remete à liberdade, à libertação... Gostei da forma como foi escrito: o exercício de ir e vir no tempo, sem a linearidade temporal o que revela sua maturidade ao escrever. Descobri outra faceta sua: a paixão pela Itália. Só quem é apaixonado e perspicaz observador consegue reunir tantas informações e sensações sobre um país estranho. Sempre há uma manhã... E algumas delas trazem consigo a luz do sol...”
Cleci Grolli - Graduada em Letras

Serviço:

O Ontem e o Hoje - Ibitiara
Estórias de Nossa História
Nadir Xavier de Andrade
Scortecci Editora
História
ISBN 978-85-366-2322-1
Formato 14 x 21 cm 
400 páginas
1ª edição - 2011

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