SE VIRE QUE CHEGOU AOS TRINTA / Michelle Hadad

O livro “SE VIRE QUE CHEGOU AOS TRINTA” é uma comédia, que trata das “gafes” cometidas pelas mulheres desesperadas em casar-se, sua ânsia de arranjar um marido. Seus sonhos, suas conquistas, suas decepções e frustrações durante essa busca. O texto é baseado nos relatos de algumas mulheres, que estão chegando aos 30 anos e têm medo de “ficarem para titia”, vendo no casamento a solução para todos os seus problemas.

A partir desses relatos surgiram duas personagens centrais: Cíntia e Silvia. O texto, de forma leve e engraçada, pretende passar a mensagem de que a nossa grande busca é na verdade, a busca por si mesmo e de que a felicidade independe do nosso estado civil ou idade.

Michelle Hadad nasceu em São Paulo – Capital no dia 11 de março de 1981, filha de Michel Cury Hadad e Maria Aparecida dos Santos Carvalho. Desde a terna idade brincava de representar, num pequeno palco que havia em sua casa. Com o passar do tempo sentiu a necessidade de estudar e, por sorte, procurou uma escola de Dramaturgia conceituada em São Paulo de nome Macunaíma, na mesma estudou e aperfeiçoou seus conhecimentos teatrais e literários e saiu atrás do seu sonho que é representar nos palcos deste nosso país. Nas três vezes que fui ao Teatro e a vi representar, tive uma experiência extremamente gratificante, o texto escrito por Plínio Marcos “Homens de Papel” me envolveu; a vida pela personagem representada com tamanha fidelidade pela jovem atriz Michelle Hadad, a qual utilizou, os elementos artísticos que a peça pedia e buscou em outras artes os meios para se inserir o espaço era o mais simples, peça e roupas, em rebotalho, sandálias e sapatos furados. O mundo dos catadores de papel com todos os seus conflitos, submetidos aos abusos, aos furtos e traições, com a peça do mesmo autor, o texto “Abajur Lilás” mostra as vidas das garotas de programa e seus desafios, que a atriz interpretou bem. Já a peça “Titus Andronicus” de William Shakespeare, o desempenho da jovem atriz foi extremamente relevante, com texto totalmente dramático e trágico. Hoje vejo assim veredas pelos caminhos literários, produzindo um texto baseado no tempo, que, inevitavelmente, vai consumindo e que de repente dele damos conta quando alguém  nos chama: SENHOR! E o mais importante é vê-la transformar  seu trabalho em peça teatral, na unidade entre a Diretora, atriz e amiga Rita Brafer, com quem também dividi o palco e ambas encenam a peça de sua autoria: “Se vire que chegou aos trinta”. Siga Michelle, pois sonhar ainda vale  a pena!
A. Ibrahim Khouri - Academia Guarulhense De Letras

Serviço:

Se Vire Que Chegou Aos Trinta
Michelle Hadad
Scortecci Editora
Teatro
ISBN 978-85-366-2619-2
Formato 10 x 15 cm 
68 páginas
1ª edição - 2012

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