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VERSOS E RIMAS DA NOITE / Márcia Tatiane Coimbra Santos

A cidade dorme enquanto outros despertam seu eu. A noite dá um ar de liberdade aos pensamentos e atitudes prazerosas como a de escrever. Quem não quer ser o que é, simples assim! Ouvir, aguçar seus sentidos e misturá-los aos seus sonhos, na verdade de ser quem se é. Deixar vir as ideias e colocá-las em formas dançantes, como a de uma poesia ou de uma rima que te deixe aflita. A mesma aflição de quem enfrenta o preconceito de ser um no corpo de outro.

Ora a poesia pode ser assim e a rima também. Deixe-se levar, experimente trocar seu papel de pessoa com as palavras mais soltas de uma rima distorcida, de uma poesia descontraída de Gorete, que pode não ser Gorete. Acredite, a cidade (Me-ga-ló-po-le), é um laboratório inebriante quando damos ouvidos ao seus sons e nos permitimos transformá-los em palavras, assim como nestas páginas que se seguem. Realize seus sonhos, concretize seus desejos, entre nos coletivos que cruzam as cidades e perceba as diferenças, a realidade nua e crua que nos deparamos no dia a dia. Pare, desça, dê carona aos seus sentimentos, mostre seu eu sem preconceito e olhe as pessoas como elas são. Contra tudo e todos, o verso sempre persistirá em se fazer presente aos cidadãos que acreditam em seus sonhos e o façam realizar.

• Andar a pé e sentir o vento balançando sua jaqueta. As palavras soltas e sopradas conforme sua respiração ofegante. Seus mais densos e concretos sons. Música aos mais instigados e desejosos ouvidos, ao perceber que mesmo preenchendo as linhas, montamos frases, versos e rimas que nos mostrem ideias, construídos por corpos e passos. O tempo da urbanidade surge no caótico, com seu ciclo e ponteiro não lhe escapando nada aos olhos de quem o percebe.
• O voo para a liberdade de pensamentos, para buscar a sensação  mais livre de dizer o que estava preso. As lentes revelam um olhar crítico, único e natural ao falar sobre o acrílico que nos faz enxergar e compreender a realidade que se vive.
• O mundo ao seu redor, a seus pés, sentido e composto pela sua complexidade. Mostrando que a correria dos que vão e vem, se unem pela sua modernidade sem ter dia, ou se tiver, quinta-feira, que tantos mistérios e segredos secretos se unem na mente dos indivíduos.
• As realidades mais alucinantes, com suas histórias ainda mais emocionantes, como em troca de vida, acreditando que o eu que eu vejo, as vezes não é o que você vê, ou vice-versa. Brincando com a imagem criada pela sociedade através do seu código binário. Aqui  nos deparamos com mais possibilidades de gêneros existentes nos cruzamentos dessa megalópole formada pela sua multiplicidade.
• Eis que, passamos algumas horas do dia dentro de escritórios, consultórios, enfim(...), elas estão lá, as quatro paredes para nos observar, escutar, entender e até rir de nossos conflitos, angústias, micos e (des)enganos cometidos ao longo do dia. Escutando e vendo campanhas que nos motivem a desapegar de algo que não serve mais, ou apenas fazer uma contribuição para melhorar a vida, ou situação de alguém que precisa, embora todos necessitemos de algo.

Desde muito cedo, a autora desenvolveu o hábito da leitura, maneira pela qual conseguia expressar seus sentimentos. Em sua adolescência ficava horas no quarto escrevendo versos, rimas e poesias. Hoje casada, encontrou em sua parceira a força necessária para realizar seu sonho e publicar sua primeira obra, esta que vos entrega para deleite dos amantes dos versos puros e rimas ora séria e outras nem tanto. Márcia Coimbra, nasceu em Santo André (SP) em 16 de março de 1980. É formada em Comunicação Social e concilia sua paixão com seus afazeres.

Serviço:

Versos e Rimas da Noite
Márcia Tatiane Coimbra Santos
Scortecci Editora
Poesia
ISBN 978-85-366-2682-6
Formato 14 x 21 cm
56 páginas
1ª edição - 2012

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