DA ARTE QUE SE FEZ À ARTE QUE SE FAZ / Marcia Barros

Trata-se de auto biografia trazendo relatos de várias fases da vida da autora, da infância e principalmente da adolescência, com alguns fatos que ficaram gravados na  sua memória e que resolveu compartilhar com os outros. Algumas historias trazem lições para o leitor refletir.

Cada pessoa possui a curiosidade de saber um pouco mais a respeito da vida daqueles que estão ao seu lado – é o que chamamos popularmente de “curiar”(no dicionário “baianês” de uma querida colega). Nas páginas seguintes, vão descobrir um pouco mais sobre mim; vão rir, vão chorar, vão se emocionar... Nada que vocês também não passem em seus cotidianos, mas, enfim, é sempre um consolo saber que neste “mundo de meu Deus” somos todos normais, ou seja, nossa vida assim como um rio, nos leva para denominadores comuns, tais como trabalho, família, filhos... Sempre foi um desejo meu poder colocar no papel algumas experiências que pudessem contribuir para o crescimento ou mesmo somente distrair as pessoas. Digo isso pois desde pequena tentei escrever um “livro”, aos 8 anos de idade, quando alfabetizada, já soltava a minha imaginação. E a pergunta que não quer calar: “Por que uma desconhecida tem essa vontade repentina de escrever uma autobiografia, ou seja, se expor e falar um pouco de causos e rotinas comuns à maioria de nós normais?”

Para saber sobre o Barro de que foi feita Marcia, é preciso ciência. Não. Arte. Então entenda, paciente leitor: a ciência e a arte são irmãs gêmeas (talvez siamesas) que se encontram, se grudam e se completam. Marcia Barros é feita de sensibilidade e de entendimento. Não é necessário percorrer todas as artes, assim ditas, para conhecê-la, mas observar a essência dos sentidos: ouvir com paciência, tatear sempre sem medo, cheirar os aromas aéreos do mundo, degustar uma boa refeição e ver, sim, ver. Se existe sexto sentido não sei, mas creio que ela tem. Também não é necessário saber de toda a física quântica ou clássica, a química dos elétrons e dos fluídos, a biologia da vida e o estudo da vida dos seres. Nem as matemáticas tão traumáticas para tantos e salvadoras para todos. Para conhecer esta fotógrafa-cronista, que ora lhes oferece estes textos, prezado(a) amigo(a), é necessário simplesmente aquela habilidade brasileira de ser sensível a todo momento, a todo ato e gesto. Apenas um momento. Então é assim: esta cariocandanga, de muitas virtudes e grande sensibilidade, entrega à luz mais um pouco de   sua arte, digna e honesta, que capta, por isso mesmo, a vida como é a vida. O dia que foi, o dia que é, o dia de sempre. Feliz Leitura!
Março 2012 - Germano Crisóstomo Frazão

Serviço:

Da Arte Que Se Fez À Arte Que Se Faz
Marcia Barros
Scortecci Editora
Memórias
ISBN 978-85-366-2768-7
Formato 14 x 21 cm 
88 páginas
1ª edição - 2012

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