O NÁUFRAGO E A LINHA DO HORIZONTE / Ana Luiza de Almeida Ferro

Ana Luiza Almeida Ferro nasceu em São Luís-MA. Formada em Letras e Direito pela Universidade Federal do Maranhão e Doutora e Mestre em Ciências Penais, pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais, é Promotora de Justiça, Professora de Direito do UNICEUMA e da Escola Superior do Ministério Público do Maranhão em São Luís. É também Presidente da Academia Maranhense de Letras Jurídicas (biênio 2011/2013), Membro efetivo da Academia Caxiense de Letras, Sócia efetiva do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão e Membro de Honra da Sociedade Brasileira de Psicologia Jurídica.

É portadora do First Certificate in English e do Certificate of Proficiency in English, pela University of Cambridge, Inglaterra, e do Certificat pratique de langue française (1er degré), do Diplôme d'études françaises (2e degré) e do Diplôme supérieur d'études françaises (3e degré), pela Université de Nancy II, França. Recebeu a Medalha “Souzândrade” do Mérito Universitário, concedida pela UFMA. Obteve o 1º lugar no Concurso Epistolar Internacional para jovens, promovido pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, em 1982. Foi premiada no Concurso Jovem Embaixador 1983, promovido por O Globo e outras instituições, no Rio de Janeiro-RJ.

Recebeu Prêmio de Publicação no V Concurso Raimundo Correa de Poesia. Foi selecionada para participar das obras Poetas brasileiros de hoje 1986 e Poetas brasileiros de hoje 1987 e da Revista Poesia Sempre: Polônia, da Fundação Biblioteca Nacional (2008). É autora dos livros O Tribunal de Nuremberg, Escusas absolutórias no Direito Penal, Robert Merton e o funcionalismo, O crime de falso testemunho ou falsa perícia, Interpretação constitucional: a teoria procedimentalista de John Hart Ely, Quando: poesias, A odisséia ministerial timbira: poema e Crime organizado e organizações criminosas mundiais, e coautora da obra Versos e anversos, de poesias.

Sou o beco escuro em noite sem luar
Sou o revólver empunhado pronto a disparar
Sou a voz sufocada que não consegue falar
Sou o barco condenado que afunda em alto-mar (...)
Ana Luiza Almeida Ferro

Ó Maranhão,
Por que dormes, terra tupi,
Por francos e lusos adotada,
Quando o sonho cabia em ti?
Não sabes o que leva o vento,
O que procura o mar encobrir,
O que se transforma em tormento?
Ana Luiza Almeida Ferro

É o que já apresenta o título da obra de Ana Luiza. O que é isto que acabamos de dizer senão um poeta – espelho da condição de náufrago diante da linha do horizonte?
Sonia Almeida e Laura Amélia Damous

E, agora, temos diante de nós outra descendente da semente de Safo: Ana Luiza Almeida Ferro, em cujos versos se percebe o toque de sonho de mulher, em cujos versos se percebe o timbre firme da jurista, e em cujos versos se percebe o tálamo polinizado de uma alma cheia de paixões: paixão da carne, paixão da terra, paixão vida.
Renato Lourenço de Meneses

OUTRAS OBRAS DA AUTORA

Versos e anversos
(2002)
O Tribunal de Nuremberg: dos precedentes à confirmação de seus princípios
(2002)
Escusas absolutórias no Direito Penal
(2003)
Robert Merton e o funcionalismo
(2004)
O crime de falso testemunho ou falsa perícia
(2004)
Interpretação constitucional: a teoria procedimentalista de John Hart Ely
(2008)
Quando: poesias
(2008)
A odisséia ministerial timbira: poema
(2008)
Crime organizado e organizações criminosas mundiais
(2009)
Contato com a autora:
alaferro@uol.com.br

Serviço:

O Náufrago e a Linha do Horizonte
Ana Luiza ALmeida Ferro
Scortecci Editora
Poesia
ISBN 978-85-366-2617-8
Formato 14 x 21 cm
100 páginas
1ª edição - 2012

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