CRIMES ONIPRESENTES / Ricardo Rangel de Andrade

O livro contém a exposição de fatos criminosos, principalmente homicídios, rigorosamente – em seus detalhes – verídicos e atuais, sem desconsiderar falhas e vicissitudes do sistema de Justiça, bem com a intrincada culpa sob o ponto de vista moral. Os assassinos são reais. Todos foram processados, a maioria condenada e alguns deles, inclusive, estão presos, sem que isso signifique maior segurança e tranquilidades públicas, pacificação social ou realização de Justiça.

Muito pelo contrário, como se verá. As questões jurídicas e as implicações judiciais são expostas e explicadas com clareza e simplicidade, permitindo que o leitor faça seu próprio julgamento: em que medida o Estado e a sociedade consentem ou até estimulam a prática de crimes?

Os crimes, com todas as suas sórdidas circunstâncias, foram reconstituídos e des-critos objetivamente, sem anestesia, evitando-se distrações e teorizações, de maneira que possamos visualizá-los mentalmente, depurados de qualquer elemento “romanesco”. Isso talvez nos ajude a entender a realidade que nos cerca. As questões jurídicas e as implicações judiciais são expostas e explicadas com clareza e simplicidade, permitindo que o leitor, ao estabelecer a relação entre os acontecimentos e o seu contexto, faça seu próprio julgamento: em que medida o Estado e a sociedade consentem ou até estimulam a prática de crimes?

Este livro contém a exposição de fatos criminosos, principalmente homicídios, rigorosamente – em seus detalhes – verídicos e atuais, sem desconsiderar falhas e vicissitudes do sistema de Justiça, bem como a intrincada culpa sob o ponto de vista moral. Os assassinos são reais. Todos foram processados, a maioria condenada e alguns deles, inclusive, estão presos, sem que isso signifique maior segurança e tranquilidade públicas, pacificação social ou realização de Justiça. Muito pelo contrário, como se verá.

As histórias não versam sobre casos famosos, crimes ou criminosos célebres, mas, em contrapartida, embora portadoras de singularidades, apresentam motivações, envolvem circunstâncias e consequências capazes de dotá-las de um “certo” dom, o da ubiquidade, onde espaço e tempo são irrelevantes. Podem perfeitamente ter acontecido – ou estão acontecendo de forma semelhante neste exato momento – em qualquer lugar deste país, razão pela qual data e local dos crimes foram intencionalmente omitidos, e prova do acerto da célebre frase atribuída ao russo Liev Tolstói: “Canta a tua aldeia e serás universal”.

Ricardo Rangel de Andrade é promotor de Justiça desde 1999, com atuação na área criminal e Tribunal do Júri em um dos municípios mais violentos do Brasil, com um índice de 92,6 assassinatos para cada 100 mil habitantes, que é aproximadamente 238% acima da média nacional (27,4%) e superior ao de Honduras (86,4%), país com a maior taxa de homicídios no mundo.

Serviço:

Crimes Onipresentes
Ricardo Rangel de Andrade

Scortecci Editora
Direito Penal
ISBN 978-85-366-3356-2
Formato 14 x 21 cm
68 páginas
1ª edição - 2013

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