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VIDA PRIVADA / Cidinha Hosoya

O Século XXI não é o das luzes, mas é como se fosse. Novamente o homem vive seu esplendor, agora tecnológico. Tudo muito rápido. Pronto. Fast-food no Viver. Então é preciso que o verso adquira as características contemporâneas, não perdendo o simbolismo, o romantismo, o realismo, onde se firma a vida privada.

Os poemas, através de uma porta aberta, revelam temas recorrentes ao cotidiano: ironia, abandono, saudade, diálogo, sonhos, amizade, reflexão, morte, mentira, palavra, dor, tempo, vida, trabalho, amor, arte, desejo, homem, miséria, vaidade, espírito, matéria, entre outros temas. Mundo pós-moderno, “onde reina El-Rei Sancho”. Poemas curtos, pois não se lê João Cabral impunemente. O Século XXI não é o das luzes, nem a batalha está perdida. Ainda dá tempo... A porta está aberta.

Aparecida (Cidinha) Hosoya nasceu em 1963, em Osvaldo Cruz, São Paulo. Casada, duas vezes (isso não é paródia, ou é, rs!), tem três filhos, dois enteados e um neto!
Altura: 1,63.
Sapato: 39 (que horror!).
Manequim: 44 (“Vou emagrecer!”, diz).
Gosta de andar no Ibirapuera, mas tem preguiça. Gosta de vizinhos, mas aqui em São Paulo não tem. Também fala alto, é professora. Adora música e ouve rádio, Alpha FM. Usa óculos, tem vários. E relógio também. Adora mudar o corte de cabelo e já foi apelidada, por isso, de Chico Anysio. Adora doces, frutas, café e chocolate. Passear, conhecer lugares e pessoas diferentes. Leitura predileta: poemas. Também não tem preferência por comida. Escreveu o primeiro poema aos 15 anos e publicou no jornal Comarca, de Osvaldo Cruz. Gosta de tomar chope. A religião faz parte de sua vida. Publicou por conta própria Poemas no Japão e Vigília e participa de antologias na Editora Andross. Adora crianças, e flores, e natureza, e mar, e dia de sol. Autores que ama com grande paixão: este de quem faz paródia, Drummond, Cecília, Bandeira, Camões, Cabral, Jorge, Quintana, Affonso Romano, Scliar, Pessoa, Villaça, Vinicius, Lispector – são tantos! Apaixonada pela literatura! Às vezes, solta palavrões! Gosta de cantar e quer aprender, ainda, a tocar piano. Também adora escrever a mão. Não tem dívida. E quando sai por aí, vendo as coisas, trata logo de colocar em prática o conselho do Quintana: “Pastai, pastai, os olhos meus”.

Serviço:

Vida Privada
Pequenos Poemas para Reflexão
Cidinha Hosoya

Scortecci Editora
Poesia
ISBN 978-85-366-3411-1
Formato 14 x 21 cm
64 páginas
1ª edição - 2013

Mais informações:

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