MONÓLOGO COM AGOSTINHO / Oduwaldo A. Ferreira

O FILHO PRÓDIGO é uma das parábolas mais lidas e citadas de todos os tempos. Teve sua interpretação fixada, há mais de 16 séculos, por Santo Agostinho, e assim permanece até nossos dias. Por ela, o filho mais novo e pródigo são os Gentios e o filho mais velho são os Judeus.

Em Monólogo com Agostinho, o autor garimpa provas bíblicas e reinterpreta a parábola para, ousadamente, demonstrar o equívoco milenário. No percurso demonstrativo, desvenda os mistérios da INSTITUIÇÃO DIVINA, da SANTÍSSIMA TRINDADE, da CRIAÇÃO DO HOMEM e a RAZÃO DA VIDA E DA MORTE.

Surpreendentemente, revela que o FILHO “pródigo” é o próprio JESUS. “Ora, o braço do Pai é o Filho: deu-lhe, portanto, Cristo para carregar”.
– Há aqui uma flagrante inversão, meu caro Agostinho. O PAI não deu Cristo para o Filho Pródigo carregar. Esse fora Seu presente de Natal! Agora, na ressureição, restabelecia-Lhe a filiação e retirava-Lhe aquele peso de nascença.

O livro traz um estudo Teológico sobre a parábola do Filho Pródigo. Reinterpreta-a a luz dos Evangelhos e conclui que JESUS é aquele filho. Embarcam neste estudo temas inquietantes. A Santíssima Trindade é ampliada para incluir o Homem na Instituição Divina. A Criação do Homem é abordada por um ângulo pragmático. A Vida se dá pela transubstanciação do próprio DEUS. A Morte é uma necessidade do Céu.

O Bóson de Higgs é o próprio DEUS. O CRIADOR se fez Homem, de corpo e Alma. O livro está repleto de transcrições para facilitar a leitura e compreensão leiga, cuja pretensão maior é coletar um pensamento e registrar uma ideia. Monólogo com Agostinho, afinal, é uma visão moderna e revolucionária de DEUS.

O AUTOR é advogado moldado na fé cristã. Daí decorre seu estilo não convencional de escrever. Teologiza como se contra-arrazoasse um recurso jurídico ou elaborasse uma contestação processual. Vasculha a Bíblia avidamente como se folheasse os autos de um processo judicial a procura de provas que sustentem suas proposições e teorias. Repete-se para bem fixar a tese e, por vezes, é veemente. Em outras é brando, como nos Tribunais do Júri, buscando nessa variação, talvez, amortecer o impacto da sua argumentação forte e surpreendente. Quiçá esteja simplesmente dando trelas à vocação poética publicizada em 1985 com a edição de LIMALHA – Poemas. De qualquer forma, o importante é o conteúdo, e será difícil ser o mesmo depois de ler Monólogo com Agostinho.
Contato com o autor:
portela.ferreira@bol.com.br

Serviço:

Monólogo com Agostinho
Oduwaldo A. Ferreira

Scortecci Editora
Religiosidade
ISBN 978-85-366-3573-6
Formato 14 x 21 cm
68 páginas
1ª edição - 2014

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