AS AVÍCULAS PURUENSES / Chaguinha do Biá

Você, meu caro amigo Leitor, vai encontrar nesta pequena obra: AVES DE ARRIBAÇÃO que visitam, a cada estação do ano, as paisagens do rio Purus, trazendo vida nova e esperança a um mundo castigado de maldade e violência. Do mesmo modo vão encontrar as verdadeiras AVES DE CANTOS NOSTÁLGICOS, que fazem da nossa majestosa floresta encantada, uma verdadeira serenata com seus belíssimos e afinados cantos; outras encontradas aqui neste livro são as AVES GRACIOSAS, pela façanha de seus famosos coloridos deslumbrantes nos mais longínquos beiradões dessa região conhecida no mundo inteiro pela sua beleza.

Não esquecendo as atraentes AVES CISCADORAS, que vivem varrendo o solo das terras firmes e das várzeas amazonenses à procura de pequenos insetos; outras que ganham destaque são as AVES DE RAPINAS, elas são verdadeiras caçadoras carnívoras a ponto de não escapar nada das suas garras afiadíssimas; também para não ficar de fora, aparecem as AVES PESCADORAS, que passam horas nas beiradas dos rios e lagos amazônicos, em busca de alimento. E por último, em destaque neste livro aparecem as mais delicadas e famosas aves, que são as AVES ARTESÃS, pela forma artesanal e trabalhosa de construir seus ninhos. No bico precioso dessas pequenas aves, uma simples construção se torna uma verdadeira obra de arte, atraindo os olhares penetrantes de toda curiosidade existente na majestosa floresta amazônica.

Chaguinha do Biá - Pseudônimo de Francisco das Chagas Teixeira Souza, professor, poeta, ornitófilo, ilustrador e fotógrafo, nascido no igarapé Vitória, rio Mamoriazinho, afluente do rio Purus, município de Lábrea (AM), em quinze de julho de 1957. Veio para a sede do município com apenas dois aninhos de idade, onde conviveu com seus familiares e amigos de infância e adolecência até os dezenove anos, na Rua 14 de Maio, nº 2.500. Filho de Franklin Teixeira de Souza (conhecido como Biá), funcionário público, natural do estado do Ceará, veio para o Amazonas como soldado da borracha em 1945, e Maria Bezerra de Souza (conhecida como Polônia), amazonense, agricultora, seringueira e filha de cearense. Iniciou os estudos em 1964, com sete anos de idade, no Grupo Escolar Humberto de Campos, um dos mais antigos da cidade de Lábrea, 1ª e 2ª séries no Grupo Escolar Maria Madalena, 3ª e 4ª séries no Grupo Escolar Danilo de Mattos Areosa, admissão ao Ginásio no Educandário Santa Rita, das irmãs agostinianas e da 5ª à 8ª série na Escola de Primeiro Grau Santo Agostinho, da Congregação dos Irmãos Maristas. No intervalo do período escolar dedicava-se ao curso de datilografia. Mas foi com dezessete anos de idade, ainda na sua cidade natal, que começou a se interessar pelos trabalhos escriturários. Primeiramente teve acesso às questões judiciais no escritório de advocacia do Rábula Anastácio Osório da Costa, no Cartório do Judicial da Comarca de Lábrea, tendo à sua frente o dr. Rui Morato, juiz de Direito e a tabeliã Sebastiana de Souza Assis. Foi escrivão de polícia da delegacia de Lábrea, funcionário público estadual na função de auxiliar datilógrafo, na Unidade de Saúde Mista de Lábrea e auxiliar de escritório na representação do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural.

Serviço:

As Avículas Puruenses
Chaguinha do Biá

Scortecci Editora
Poesia
ISBN 978-85-366-3364-0
Formato 14 x 21 cm 
72 páginas
1ª edição - 2014

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