A POLÍTICA DESENCADEANDO UM COLAPSO / Olegário Natureza

Sem fins complacentes, a fome e a miséria circunferenciam ideologicamente os prazeres irrestritos dos audaciosos políticos e intelectuais que usam o conhecimento como uma arma venenosa de alta intensidade que se espalha por todo o mundo. As mesmas ideologias em demagogias vão fulminantemente herdando os dissidentes dos mesmos, e assim precedem os fins dos tempos. A conduta humana dos tais não se preza na confiabilidade, pois dificilmente estão dizendo a verdade.

Ainda resta uma salvação: a punição sem restrições, punir para imunizar, mostrar ao ser humano de bem que ainda existem leis que consertam erros, subitamente julgar os mesmos e condená-los de forma expressiva na instância maior que é o STF julgando e condenando não numa prisão domiciliar, e sim numa prisão de ferro, com mão de ferro, deixando-os sem exercer suas funções novamente como políticos pelo resto da vida.

A ganância corrompe os corações de tal maneira que ludibria a própria candidatura, iludindo com palavras enganosas, fazendo de si mesmos homens imprestáveis e sem coração, porque a corruptibilidade já os fez ser desta forma, rudes e displicentes com o povo que neles votou para exercer um cargo de confiança, povo sofrido que só quer a paz, e não as ruínas dos sentimentos e pensamentos que querem ver o povo mais e mais sofrido.

O mundo é mau. E displicentemente são estes dias que comportam os tais na politicagem. Continuarão até quando? Até a vinda de um poderoso senhor Deus, que nos interceptará com grande força e luz e que nas nuvens virá dos céus e ardentemente nos conceberá em sua plenitude, em luz magnânima, na forma de uma unção estrondosa, um fogo consumidor, e alguns na Terra terão isso neste dia único e decisivo. Portanto, vigiemos todos e sejamos sóbrios no conteúdo de nosso próprio bem estar em Cristo Jesus.

Há divergências em todo o território nacional, a política percorrendo em ritmo de precipitação, um engolindo o outro, discórdias e mais discórdias, num parâmetro vergonhoso e displicente, a corruptibilidade conquistando os meios deles próprios, que fazem o que bem entendem, dissimulando normas evasivas, sem controle algum.

Num curto espaço de tempo, todos os dias vemos pela televisão e jornais a vergonha nacional, principalmente o mensalão. A justiça vem fazendo o seu papel, julgando e até mesmo prendendo alguns, mas como os políticos são mais rápidos, eles armam ciladas para o processo demorar mais e depois caducar. É uma atitude vergonhosa diante de um país que não pode fazer nada por causa de leis rígidas decretadas por mediadores políticos, dissimuladores de palavras, incorretas e desmazeladas, impugnando as normas e leis que determinam prendê-los, mas nada disso parece acontecer pelo motivo de mentiras e mais mentiras.

Sobre a divergência, é uma estagnante situação imprópria aos políticos que entram no mesmo patamar ignorando qualquer esquema, mas não se esquecem de fazer mal ao país, detonando as leis e passando por cima de tudo, seguindo a tendência de somente enganar o povo com um pedaço de pão e almoço de um real.

E assim vão-se os dias, licitações sendo uma manobra para enganar os meios de inteligência, roubalheira por todos os cantos do mundo, principalmente num país que tem tamanha riqueza sendo desperdiçada. O Brasil está num patamar elevadíssimo, dinheiro por todos os cantos dos estados e municípios que sofrem com a má conservação das ruas e esgotos a céu aberto.

É vergonhosa e displicente a rotina dos políticos no Brasil, que caminham para o fundo do abismo sem fim, menosprezando os pobres, enganando-os com comícios com bebidas e carnes oferecidas nos palanques dos sítios que eles mesmos alugam para fazer festas de arromba, sem fins complacentes. Vivem os seus dias nesta perdição lamentável e perceptivelmente em engano permanecem em todos os sentidos, engano que vem por palavras que não fazem bem aos necessitados.
Olegário Natureza

Serviço:

A Política Desencadeando Um Colapso
Olegário Natureza
Scortecci Editora
Política
ISBN 978-85-366-3579-8
Formato 14 x 21 cm 
248 páginas
1ª edição - 2014

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