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DI(VERSOS) / Willians Vieira Sales

Poemas de amor ou da falta de amor. Poemas simples, porém muito profundos, de sentimentos doridos e que apelam à sensibilidade extremada de qualquer pessoa que já amou ou foi amada.

Consagrado como poeta desde a estreia, com Vozes, Willians Vieira Sales tornou-se apenas aquele que escreve poemas da mais alta qualidade literária, capazes de emocionar e envolver quem os lê. Sem a bazófia dos cânones, Willians tem nos poemas a poesia da simplicidade e gosto dos clássicos. Alguns críticos até o chamam de poeta da solidão; outros, em oposição, comentam que o poeta é difícil de categorizar dentro da Literatura. Os poemas reunidos nesta terceira obra são de épocas variadas, marca registrada de seus livros anteriores, e trazem alguns outros poemas já publicados em livros cujas edições estão esgotadas. Cada poema é uma fase da vida, cada fase da vida é uma nova descoberta perplexa da realidade, verdadeiro mundo das emoções. Paulistano e dedicado à docência há algumas décadas, Willians está de volta com Di(versos) e agora você pode descobrir o que o faz tão diferente e sempre o mesmo no lirismo e na arte do escrever.

Ressonâncias poéticas continuadas - Retorna Willians Vieira Sales ao público com novo livro de poemas de datas variadas, inéditos, aos quais uniu alguns dos seus livros anteriores. Com isto, mostra uma verdade pulsante: apresenta-se o mesmo poeta sensível, personalíssimo e humano. E amplia a sua visão e cosmovisão poética. Valendo-se sempre, em meios-tons, da simplicidade lírica, transmuda as criações poéticas em exposições e buscas de si mesmo, trazendo ao vivo pulsações interiores, do apelo confessional à constatação de mo-mentos de inquietações doídas, benquerenças, apelos e perplexidades, particularmente  amorosas. Aproxima-se, nos poemas curtos, do haicai; nos mais longos, de constatações e confissões diversas. Eis que o poeta é de uma fulguração pessoal notável. Neste poemeto elíptico, para ficar só nele, confessa:  “Nunca estou só  no meu espelho tenho o outro”

Síntese perfeita do eu poético. E vale acrescentar: é um poeta da solidão. Não a solidão que se anula em si própria. A outra, que nasce dos escaninhos da alma e se emana em criações poéticas variadas, sem desbordar do seu como dizer personalíssimo, que cala fundo na sensibilidade do leitor. Tal como afirmamos em livro seu anterior, renovo aqui: “Este poeta é lírico por natureza”. Ou seja: renova-se constantemente nos apelos e não se repete, sempre se recria no seu próprio espelho. Eis que, na solidão referida, o seu arco e arcabouço poéticos são amplos e envolventes. Pegue-se um poema de anos passados e outro mais recente: ver-se-á que a variação poética é múltipla em voleios pessoais, em versejar preciso, essencial, sintético. Aqui é ele (poeta) e além dele. As citações, nesta apresentação,  seriam  continuadas. Versejando sobre o Amor, em amostragens várias e límpidas, pessoais, sem falsas e enganosas retóricas, atrai o leitor para dentro do texto. Apresenta aqui até criações em inglês, não em busca de elevar-se em si mesmo, mas para mostrar que, valendo-se disto, é o mesmo artista da poesia ao longo de sua caminhada. E é uma caminhada, em datas esparsas, onde se destaca personalíssimo, humaníssimo e poeta de primeiro plano. É fácil o bom leitor confirmar: leia-o e comprove.
Caio Porfírio Carneiro - Escritor e conselheiro emérito da União Brasileira de Escritores

Willians Vieira Sales é funcionário público, professor coordenador e mestrando em Educação. Nesta terceira obra ele apresenta-se, novamente, como poeta legítimo que não está preocupado com clichês. Willians é daqueles que entregam-se plenamente ao sentimentos e com a pena a mão não encontra limites para explorar as palavras que o traduzem completamente no amar ou na rejeição do amor.

Serviço:

Di(Versos)
Willians Vieira Sales

Scortecci Editora
Poesia
ISBN 978-85-366-5125-5
Formato 14 x 21
76 páginas
1ª edição - 2018

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