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DA PRAÇA DA REPÚBLICA / Amadeu Cirilo


Para falar dos “hippies” “é necessário tirar o chapéu”. Na verdade, havia entre eles muitos bandidos, ladrões. Alguns deles eram ladrõezinhos que roubavam coisas de comer, como bolachas, bananas, frutas, como um carioca que roubou do japonês um pacote de bolacha, como gracejo, somente para provocá-lo. Porém esses ladrõezinhos não faziam parte dos “hippies”. Os “hippies” reais, verdadeiros, eram “filhos de papai”, pertenciam à classe média alta da sociedade. A maioria deles era de universitários ou que tinham estudado menos, faziam ou fizeram o colegial, correspondente hoje ao ensino médio. Neste livro Da Praça da República, tira-se o chapéu para algumas personagens narradas nele, entre elas duas mulheres: Marta e Leila. Além delas, há homens como Moacir, Valdomiro de Deus, Assis, prefeito de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Marta era um exemplo de amor, de bondade, uma personificação do bem. Leila trazia nas veias o sangue e o desembaraço dos gaúchos. Moacir, além da bondade, era mestre em pintar fotografias com o lápis. Valdomiro e Assis eram mestres na pintura e na escultura. O prefeito de Santa Maria era um exemplo em fazer o bem, além de exímio administrador, como não há outro igual. Além dessas personagens, existiam também os tipos folclóricos, como Simonal e o Profeta, em São Paulo, e o Misioneiro, em Buenos Aires. Leiam o livro, nele encontrarão, além dessas personagens, cenas de amor livre, de aventura, da vida dos “hippies”. Vale a pena lê-lo!

DA PRAÇA
Vivendo no final da década de 60 e início dos anos 70 do século XX, Amadeu Cirilo busca por liberdade. Ao admitir a influência da música e da literatura da época sobre a juventude, Cirilo busca justificar o momento de possível liberdade e felicidade vividas, e dizia ser livre. Diante das influências vividas naquele momento nasce Jimi Hendrix, nome fictício do personagem criado por Cirilo para narrar a história de sua conversão. Jimi é um “hippie” real que trabalhava e curtia o circuito da Praça da República, na cidade de São Paulo, onde viviam e traba-lhavam como artesãos outros “hippies” reais. Dessa convivência nasceu também o artesão Jimi Hendrix, que viveu de fato a vida de um “hippie”. Envolvido com outros “hippies”, Jimi conheceu e viajou para vários lugares, viveu intensamente cada momento até chegar inadvertidamente a fazer uso de substâncias ilícitas. Em determinado momento, ajudado pela família e por um médico, convenceu-se da necessidade de submeter-se a tratamento de desintoxicação devido ao uso de drogas. Fora da capital paulista, agora vivendo com a família no interior de São Paulo, Jimi passa a ter uma vida um pouco mais tranquila. Recuperado das drogas, Jimi retoma sua vida de fazer amizades entre a comunidade “hippie” e aumenta seu raio de atuação, passando a fazer viagens internacionais, chegando até Buenos Aires (Argentina) e Montevidéu (Uruguai). Sempre em companhia de seus amigos “hippies” e vendendo artesanato, viveu aventuras e dormiu em praças ou mocós. Essas convivências, porém, o levaram novamente ao consumo de substâncias ilícitas, das quais só viria se livrar futuramente. Em meio a toda essa tribulação, Jimi teve seu primeiro contato com Deus. Foi através de uma visão, e desde então alguns sinais lhe foram dados, confirmando que sua trajetória na vida “hippie” seria interrompida por uma missão maior. Até que chegou o momento, quando foi convidado por uma tia a participar de um culto evangélico. Nele Jimi entendeu que era o momento de iniciar o cumprimento da missão que lhe fora dada por Deus através de uma revelação: “Vai! Leva essa palavra de paz para todas as pessoas”.
Esmeraldo Storti
Mestre e Bacharel em Teologia
Bacharel em Administração de Empresas

Serviço:

Da Praça da República 
(Novela)
Amadeu Cirilo
Scortecci Editora 
Ficção
ISBN 978-85-366-5803-2
Formato 14 x 21 cm
284 páginas
1ª edição - 2019

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