PROSA QUE DESEMBOCA EM SAUDADE / Paulo Cordeiro Saldanha

Nobre Paulo Saldanha, amigo querido e totalmente preocupado com o destino de Guajará-Mirim e do país. Sei de teu desvelo ora demonstrado em teu artigo e também sempre presente nos demais já publicados. Observo realmente o tom saudosista. Embora distante da “terrinha”, cada vez que a visito sinto uma grande dor. Dá-me até vontade de retornar e tentar fazer algo por ela, utilizando-me dos parcos, porém eficazes, conhecimentos adquiridos no decorrer da vida.

Poucos são os de nossa época que ainda aí permanecem. E poucos também são os que cultuam tuas preocupações. A antiga máxima prevalece: “prata da casa não tem valor”. Gostaria de dar a mão a ti e partir contigo em luta possivelmente quixotesca, na tentativa de oferecer aos jovens pelo menos uma breve trilha do que seria o caminho de cada um. Quem sabe, meu amigo, isso ainda ocorra? Eu te louvo por tua persistência. E como mencionou Serra, ao comentar acima, que teu trabalho possa devolver o brilho à antiga “Pérola do Mamoré”, da qual tanto nos orgulhamos no passado. Meu carinho.
Alzira Ewerton - 24/10/2011

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Parabéns ao carismático colunista pela linda matéria, que se encaixa bem à situação atual de Guajará-Mirim, que outrora fez jus ao nome “Pérola do Mamoré”.
Serra - 13/07/2011

Paulo, viajei nessas lembranças de cutubas e peles-curtas. Meus pais eram cutubas, porém tornaram-se peles-curtas e a coisa ficou feia. Achei essa história dos jovens bebuns muito engraçada; aliás, acontecia cada coisa, era cada discurso... Um abraço ao povo maravilhoso de Guajará-Mirim!
Sandra Castiel - 22/10/2011

Paulo, gostei muito das vivências do Zé Doido que ocorriam no tempo da Florisbela. Deu para descontrair e ter  momentos de risos. Conheci o Zé Doido, que trabalhou com o saudoso Saul Bennesby. Parabéns!
Aldenir Courinos Lima - 07/01/2010

Em que pese o delineamento inconfundível da prosa, percebi nessa belíssima crônica o traço leve e sutil da  poesia a esplender das entrelinhas... Parabéns!
João Teixeira de Souza - 19/02/2010

Amigo, você já me levou aos prantos em várias ocasiões.
Marcelo Terrazas Zaidene - 24/09/2010

Obrigada! Suas recordações parecem  minhas, com certeza, nossos pais eram da mesma época. Tempo de maior harmonia, calor humano e  partilha do pão. Sabor do café pilado, do licor filtrado no algodão, é bom demais recordar!
Cristina Courinos Lima - 02/11/2010

Ilustre escritor e imortal Paulo Cordeiro Saldanha, para mim, o amigão Paulinho. Belas reminiscências. Parabéns! E dizer que nós éramos felizes e não sabíamos, só agora nos damos conta dessa felicidade.
Simão Salim - 15/11/2010

É isso, Paulo: a música é o melhor caminho para chegar a Deus (Ravi Shankar). Bonita crônica.
Montezuma Cruz - 18/09/2011

Viajei contigo como se escrevêssemos o texto a quatro mãos. Senti o roçar de plumas pelo corpo e a alma a soluçar... Obrigada, amigo, por existires com tamanha sensibilidade.
Alzira Ewerton - 24/10/2011

Paulo Saldanha, é  implacável com os costumes. Que cotidiano bem decifrado, explícito ao revelar uma possível eclosão de conflitos por conta de espera em filas e incômodos com algumas situações. A verve de Paulo Saldanha nos faz rir e refletir. Primeiramente, rir bastante numa sexta-feira. É o que faço ao ler e reler esse texto fabuloso.
Montezuma Cruz - 18/11/2011

Paulo, esta sua crônica tem cheiro de mato, do mato de nossa Amazônia. Parabéns.
Sandra Castiel - 03/12/2011

Querido Paulo, hoje apenas estou lendo esta crônica. Viajei até o tempo que nas férias escolares, nossos pais alugavam um batelão e íamos embora pelo Rio Mamoré.  ... Enfim, a nossa querida Praça, na Igreja ao lado do Colégio Nossa Sra. do Calvário. Histórias lindas e recheadas de belas lembranças. A nossa memória nos traz anos inesquecíveis. Obrigada pelas suas histórias.
 Janete Fontinelle -  10/12/2010

Serviço:

Prosa Que Desemboca Em Saudade
Paulo Cordeiro Saldanha
Scortecci Editora
Crônicas
ISBN 978-85-366-2994-0
Formato 14 x 21 cm 
168 páginas
1ª edição - 2013

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