PELA JANELA DO MEU TEMPO / Sebastião Francisco dos Santos

O autor nasceu na cidade de Cristina – MG, mas aos quarenta dias de vida, seus pais mudaram para a cidade de Bicas do Meio (hoje, Wenceslau Brás), onde passou a infância e a juventude. Aos vinte anos deixou a família para morar em São José dos Campos, onde trabalhou em uma empresa durante vinte e cinco anos. Participou de diversos concursos literários como contos, crônicas e poemas. Venceu os concursos de contos com as obras Um dia de cão, Chuchu de Camargo, entre outros. Formou-se em Direito e hoje reside na cidade de Jacareí – SP, com esposa e dois filhos.

Não sou poeta,
Nem prosador.
Escrevo apenas o que sinto
          E o que sinto está no coração.

Sou o que sou

Não sou poeta,
Nem prosador,
Escrevo apenas para mim
E para ninguém.
Se quiser ler o que escrevo,
Pode ler, eu deixo.
Se gostar, continue lendo.
Se não gostar, não tem importância,
Não ligo.
Se dói meu poema a algum poeta,
Desculpe meu bom amigo.
É que não fiz poema,
Escrevo apenas o que sinto.
É o lápis obedecendo meu coração.
Se machucar ao prosador
A minha prosa,
Desculpe letrado amigo,
É que não escrevo prosa,
Escrevo apenas o que vai no coração.
Se quiser falar mal do que escrevo,
Pode falar, não ligo.
Afinal todo mundo é livre
Para escrever e falar o que pensa.
Eu também.
Não sou poeta,
Nem prosador.
Escrevo apenas o que sinto
E o que sinto está no meu coração.

Serviço:

Pela Janela do Meu Tempo
Crônicas e Quase Poemas
Sebastião Francisco dos Santos
Scortecci Editora
Crônicas
ISBN 978-85-366-2877-6
Formato 14 x 21 cm 
56 páginas
1ª edição - 2013

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