REVOLUÇÃO EM CAMPINA BRAVA / Waldir de Luna Carneiro

“Marx é a esquina da história. – Stalin, ponte de aço conduzindo a humanidade ao futuro. Lênin, o braço que ligou o motor da revolução proletária do mundo.”
(Oswald de Andrade)

“Não tenho dúvidas de que a humanidade marcha para o comunismo. O Brasil também.”
(João Ribeiro)

“A revolução bolchevista é irreversível, nada a deterá.”
(Alceu Amoroso Lima)

No XV Concurso Nacional de Dramaturgia, 1985/1986, “Prêmio Nelson Rodrigues,” a comissão julgadora constituída por Fernando Peixoto, José Renato, Aldomar Conrado, Jota D’Angelo, B. de Paiva, Irene Ravache e Renata Pallottini, destacou um escritor mineiro pela originalidade dos diálogos que retratavam, com doses de alta comicidade, fatos da época, quando a política oscilava entre a esquerda e a direita.
Ministério da Cultura
Instituto Nacional de Artes Cênicas
Carlos Miranda Presidente da FUNDACEN

Uma análise possível desentranharia o parentesco de Waldir de Luna Carneiro com Martins Pena, patriarca da comédia nacional, mas mostraria um dramaturgo que estudou detidamente a paisagem regional para criar seus personagens, a começar pelo impagável Coronel Bezerra. Um autor que tem um senso apurado da vida interiorana e uma saborosa crítica dos fatos, reproduzindo os tiques de linguagem dos viventes do interior. Ao afinal desta curta orelha, restam muitas perguntas do leitor a serem respondidas. Até que ponto Campina Brava espelha o Brasil? Até que ponto o Coronel Bezerra deve ser considerado um arquétipo do coronelismo em vez de uma síntese ficcional dos mandatários dos nossos últimos 70 anos?
Eloésio Paulo - Doutor em Letras - UNICAMP

Serviço:

Revolução em Campina Brava
Waldir de Luna Carneiro

Scortecci Editora
Teatro
ISBN 978-85-366-3243-8
Formato 14 x 21 cm
128 páginas
1ª edição - 2013

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